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Neste artigo refletimos sobre como licenciandos em matemática reconhecem especificidades de Modelagem Matemática, como justificam as especificidades reconhecidas e exemplificam planejamentos, com as referidas especificidades, no âmbito da Modelagem Matemática. Para isso, analisamos qualitativamente os textos produzidos em uma entrevista, entendendo texto como uma forma de relação social tornada visível, palpável e/ou material, que abrange não só a escrita, mas também falas e gestos (BERNSTEIN, 1996). Ao explorar tais textos identificamos: justificativas não argumentadas com menção a leituras, discussões e/ou práticas vivenciadas anteriormente; reconhecimento parcial de especificidades de Modelagem Matemática, e; exemplos de planejamentos dissonantes de especificidades escolhidas pelos entrevistados. Diante disso, apresentamos sugestões para os cursos de formação de professores de matemática e trazemos questões para próximas investigações. |