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O século XIX marca a efetiva colonização do interior do Vale do Itajaí. O objetivo é abordar as diversas atividades de extrativismo (caça; pesca; vegetal e madeireiro) da Mata Atlântica, e o uso dessa biodiversidade no século XIX. Outra abordagem a ser considerada é descrever a paisagem natural, período histórico que os documentos históricos ainda retratam uma região com a presença de extensas florestas inexploradas. A metodologia consiste na consulta de fontes primárias do século XIX e início do século XX, e de fontes secundárias. As fontes primárias relatam a beleza da Mata Atlântica e a erosão das margens do rio Itajaí-açu (baixo vale) mesmo com a presença da cobertura florestal. O extrativismo madeireiro foi importante para a exportação. A biodiversidade também foi primordial para a subsistência, como a caça e os diversos elementos da floresta. A riqueza na variedade da flora representa uma diversidade nas propriedades das espécies, como dureza, resistência, facilidade de manuseio da madeira, e a composição química que condicionaram o uso para diversos fins. No século XIX encontraram abundância na biodiversidade, mas a sua sucessiva exploração conduziu à ameaça de extinção de espécies da fauna e flora, que motivaram a criação de unidades de conservação. |